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Economistas for Dummies

3 Economists

Por algum motivo que não me recordo agora, sou economista de formação, de forma que neste assunto posso me aprofundar um pouco mais, mas não muito. A intenção desse texto é permitir ao leitor entrar no mar de conhecimento dos grandes economistas só até enquanto dá pé.  Vamos ficar no raso mesmo… (ah, e vamos mais uma vez entender as influência desses caras na música popular, e dessa vez também no futebol).

Adam Smith – Sociólogo Escocês do século 18 – o cara do “deixa rolar que no final dá tudo certo”

Pregava, entre outras coisas que ao permitir que cada agente econômico (cada um de nós), agisse de forma “racional”, seguindo seus próprios interesses, teríamos um equilíbrio perfeito.

Existia, para Smith, uma “mão invisível” que unia o interesse de venda de um com o interesse de compra do outro.  A mão invisível era a principal responsável pelo equilíbrio na economia, onde o governo deveria se meter o mínimo possível.

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Pensadores

filosofia for dummies

filosofia for dummiesPublicado Originalmente em Nov 2012

Eu me considero um cara relativamente culto, bem informado e “antenado”, mas nunca tive muito saco pra ser intelectual. Li apenas alguns clássicos literários e pouquíssima coisa (dos autores originais) em relação a questões existenciais e filosóficas. Isso não quer dizer que eu não me interesse por esses assuntos, mas prefiro algo um pouco mais mastigado.

Além disso é inegável a força da cultura popular, ser intelectual ao extremo pode isolar a pessoa da grande maioria da população. Não precisa assistir Avenida Brasil, mas é legal saber pelo menos quem é Tufão e Carminha. Não precisa ler a Caras, mas é desejável saber que a Giselle Bunchen está namorando o Tom Brady (quarterback do New England Patriots), e não mais o Leonardo de Caprio ou o Kelly Slater. Saber o básico ajuda o intelectual a se conectar com o cidadão comum, e ficar um pouco menos aborrecido quando todo mundo ao seu redor só fala do último capítulo da novela e se pergunta: Quem matou Max?

Tudo bem, admito que existem extremos. Eu por exemplo não consigo escutar música sertaneja, technobrega ou qualquer axé composto após 1995 (os mais antigos servem, se você tem entre 30 e 40 anos, para animar final de festa devido aos inevitáveis flashbacks do Recifolia e dos shows no Circo Maluco Beleza)… Mas ter muitas restrições em relação à cultura popular não é recomendável.

A razão deste post no entanto, é o contrário, é mastigar ainda mais o que eu já leio mastigado, é deixar o atacante na cara do gol, sem goleiro. Na verdade a cultura popular nasce dos grandes pensadores, e depois vai descendo na boquinha da garrafa.

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